sábado, 30 de novembro de 2013

Dona Razão, por favor



As verdades que eu sei
As mentiras que direi
Os segredos que guardei
A vida que não aproveitei

Corri demais pra nada
O vento é sempre vento,
Sem um proposito,
Assim eu fui, assim eu sou

 E se a razão estava com o coração?
Será que tudo que vivi foi em vão?
Talvez minhas perguntas,
Talvez minhas repostas,
Talvez a vida não tenha nenhuma
Nem perguntas e nem respostas
Minhas perguntas são muito grandes
Para as respostas que você pode me dá,
Minhas respostas são muito simples
Para as coisas que queria me perguntar

Dona Razão, se um dia
Eu te encontrar, por favor
Não me diga, não me diga
Que as perguntas e as respostas

Que era o coração que as tinha.

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